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  Sereia baiana, musa folk ou morena tropical? Gal durante as gravações do disco   Com a cadela Joplin, no bairro do Tambá, RJ   Joplin, a sempre fotografada Cocker Spaniel de Gal, em 1973   Rosas nos cabelos negros compunham o visual de Gal em 1973   Barriga de fora, top de lantejoulas, saia longa e make fluorescente: a atmosfera de   Top indiano, pantalona de listras e coroa de louros: com esse visual Gal fez o show de encerramento do Festival Internacional da Canção, no Ginásio do Maracanãzinho (RJ), em 1972. Na época, ela estava em turnê com o show  
 
  Na temporada paulistana do show   Flower power em Ipanema, no trecho conhecido naquela época por   Gal em 1972, quando apresentava com Gil o show   Uma baiana a todo vapor, no show   Show -Fa-Tal-   Dividido em dois climas distintos, o show  
 
  Baby hippie gloriosa, durante a apresentação no final do FIC, no Maracanãzinho (RJ)   Segundo ato do show   Primeira parte do show   Em pleno verão carioca, na temporada do   No camarim do Teatro Tereza Rachel, RJ, retocando a maquiagem do show   Num banquinho indiano, Gal fazia a primeira parte de  
 
    Ensaio de estilo e moda para a revista   Em   Ao fundo, cenário de Hélio Oiticica para o show   Recém-chegada do Festival da Ilha de Wight, na Inglaterra, Gal mostrou na Sucata (RJ) que o sonho de uma geração estava prestes a acabar. Mas ao atuar como porta-voz da vanguarda musical brasileira, conseguiu anular a caretice da época   Com acessórios ingleses e cabelos repartidos ao meio, Gal mudou de visual quando lançou  

 
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