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Gal Costa apresenta 'A pele do futuro' no Teatro Guararapes

Diário do Grande Recife - 07/02/2019
 


Em "Estratosférica" (2015), Gal Costa já havia dado sinal de que estava atenta à renovação da MPB. Com "A pele do futuro", lançado no ano passado, ela aprofundou sua relação com os novos compositores nacionais, gravando canções de nomes como Silva, Tim Bernardes e Marília Mendonça. "O meu espírito não acompanha a idade cronológica. A minha voz é o espelho da minha alma. E minha alma é jovem", assegura a cantora baiana, que está de volta a Pernambuco com a turnê homônima do seu 40º álbum.

Aos 73 anos de idade, a artista se apresenta no Teatro Guararapes, nesta sexta-feira (8), às 21h30. "A expectativa é grande. Tem sido muito bonito ver a reação das plateias e estou feliz demais com a repercussão do disco. Não vejo a hora de mostrá-lo para o público pernambucano", afirma. Assim como ocorreu no álbum, o show tem direção geral de Marcus Preto e direção musical do pernambucano Pupillo, ex-baterista da Nação Zumbi.

No repertório do espetáculo, ela traz as faixas do seu mais recente trabalho e também as músicas que mais marcaram a sua trajetória musical. "Escolhi alguns sucessos da minha carreira e trouxe para a sonoridade disco music do álbum. Fizemos novos arranjos para que haja uma unidade musical", explica a artista, que sobe ao palco acompanhada dos músicos Pupillo (bateria), Chicão (teclado), Pedro Sá (guitarra), Lucas Martins (baixo) e Hugo Hori (sax e flauta).

O show segue a mesma proposta dançante do disco, cujas faixas carregam uma áurea soul romântica e nostálgica, que remete aos 1970. Para chegar neste resultado estético, ela se cercou de compositores consagrados - como Guilherme Arantes, Erasmo Carlos, Nando Reis e Djavan - e também abriu espaço para artistas mais jovens.

"Eu gosto de gravar tudo o que bate em mim, sem pensar na idade ou na geração dos compositores. Além disso, eu gosto de ousar, de criar novos caminhos. E acho importante e interessante devolver, retribuir a essa nova geração uma música deles, gravada por mim. Eles bebem na minha fonte, assim como eu me influenciei por outros artistas. É uma prestação de serviço à cultura", diz.

Mas foi a composição de um veterano que inspirou o nome do disco e da turnê. A letra de "Viagem passageira", escrita por Gilberto Gil especialmente para a cantora, fala de uma pele "imune ao corte, à lâmina do tempo". "A pele do futuro é aquela que conhece o caminho inteiro, que tem marcada em si as cicatrizes de uma vida, de um caminhar, com tudo que fez parte dela: as belezas, as dores, as perdas, o aprendizado. Nossa pele está sempre em transformação, ganhando novas marcas, se renovando ao mesmo tempo em que envelhece", explica a intérprete.

Com mais de cinco décadas de trajetória musical, Gal comemora a renovação do seu público, que para ela é resultado do seu envolvimento emocional com a música. "Eu quero cantar para sempre. Quando eu subo no palco, vem uma energia não sei de onde e eu me sinto com muita vitalidade. Como não tenho medo de ousar, de criar rupturas na minha carreira e nos meus discos, isso reflete no público. Me faz sentir orgulho essa vontade de ousar, de não me apegar a rótulos, de criar novos caminhos. Eu não me cobro nada, as coisas na minha vida sempre aconteceram naturalmente. Eu vivo cada momento", arremata.
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